Devemos aceitar nossa condição catastrófica?

Vista área da cidade alemã Erftstadt-Blessem, uma das mais afetadas pelas chuvas e inundações que atingem a Alemanha. Imagem: REUTERS/Rhein-Erft-Kreis

Tinha tirado umas férias da coluna no UOL, mas voltei:

“… a ideia de que a destruição de nosso ambiente e de nós mesmos — por mais trágica que seja — de certa forma faz parte de nosso aprendizado como espécie pode ter algum sentido cruel, já que estamos entre os recém-chegados no planeta. Talvez sejamos como um bebê que ainda está na fase de engolir plástico e colocar garfo na tomada…”

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